segunda-feira, 16 de maio de 2011

Após tentativas fracassadas, empresa adia demolição do Mané Garrincha

mané garrincha implosão (Foto: Agência Estado)


Após duas tentativas fracassadas de demolir as arquibancadas do estádio Mané Garrincha, em Brasília, na tarde deste domingo, o consórcio responsável pela operação desistitu de uma terceira explosão. Segundo o representante pela obra de construção, Dagoberto Ornelas, a suspensão se oconteceu devido "ao avançado da hora".
A demolição das arquibancadas deveria ocorrer às 15h (de Brasília), mas, depois da detonação dos explosivos, a estrutura permaneceu de pé .
Segundo Ornelas, existiam três linhas de explosivos a serem utilizadas na demolição. Na primeira tentativa, houve um "corte" na primeira linha, responsável por desestabilizar a base da construção. A linha foi reconstituída, mas a segunda tentativa, realizada às 16h25m, também falhou.
- Não é que tenha sido um erro, mas há uma imprevisibilidade. A diferença é que em uma estrutura predial, quando são derrubados os pilares da base inferior, o prédio cai, e as lajes que estão acima atuam como peso. Aqui se 'descalça' a base, depois as partes de cima são tombadas - afirmou Ornelas.

A Novacap, empresa do Distrito Federal responsável pela contratação do consórcio, informou que foram usados 250 quilos de explosivos. A arquibancada, que data do início da década de 70, mede 27 metros de altura e pesa 11 mil toneladas. Os 4,5 mil metros cúbicos de concreto da estrutura serão reciclados e usados nas obras do novo estádio.

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